LANÇAMENTOS DE AGOSTO/17

Aqui está uma seleção minha dos lançamentos de álbuns em agosto, tanto do som internacional como os nacionais!



NACIONAIS


Far From Alaska - Unlikely

  1. O terceiro álbum de estúdio da Far From Alaska, uma banda de stoner rock lá de Natal, no Rio Grande do Norte. Em 2015, FFA tocou no Lollapalooza, em SP. Inclusive já rolou até resenha do álbum lá no Toca a Cena, pelo meu amigo Lucas Salles.












Pacamã - Antes Aqui Era Tudo Mato 

O disco de estréia da banda dos alagoanos da Pacamã veio regado à Tom Zé, nostalgia e influências psicodelísticas. A banda é formada por Igor Cavalcante (guitarra e violão), Mateus Borges (voz e letras), Mateus Magalhães (percussão e voz), Thiago Mata (bateria, violão, guitarra, baixo, ukulele, harmonização, teclados, violinos, voz), e Thomas Schaeffer (baixo, guitarra, teclados, voz e harmonização).









Scalene - Magnetite


A banda que já pintou no Superstar, programa de calouros da Globo, abrirá os shows do Palco Mundo nesta quinta-feira, 21, no Rock In Rio. A banda é tão responsa que em 2016 eles ganharam o Grammy Latino na categoria Melhor Álbum de Rock em Língua Portuguesa. Tá achando pouco? Veja então a resenha lá no Toca a Cena.











Macaco Bong - Deixa Quieto

Macaco Bong lançou mês passado uma releitura pesadíssima do Nevermind, do Nirvana. A banda mostrou uma prévia do que seria a concepção do álbum ao lançar, lá no meio de agosto, a faixa "Móviaje", que seria a versão dos brasileiros para On A Plain, da banda de Kurt Cobain. Mesmo com todas as referências, a banda afirmou que “este trabalho não é um tributo e nem homenagem ao Nirvana, todos os arranjos são do Macaco Bong”. Mesmo assim, não tem como perder esse trampo absurdo do trio.










  INTERNACIONAIS

King Gizzard & The Lizard Wizzard - Sketches Of Brunswick East ft. Mild High Club

O álbum é o décimo primeiro gravado em estúdio da australiana King Gizzard e o terceiro dos jazzísticos californianos da Mild High Club. O colab encaixa perfeitamente nos ouvidos dos amantes de jazz experimental e rock psicodélico. O título do álbum que ilustra a parceria  é uma referência ao subúrbio de Brunswick East, em Melbourne, Sydney, e ao LP de Skeches of Spain (1960) de Miles Davis, que inspirou a pegada de jazz presente no álbum. 









Grizzly Bear - Painted Ruins

 Americana dona de uma indiezeira maligna apresenta o quinto álbum de estúdio com composições mais justas e amarradas. O trabalho foi lançado no dia 18 de agosto e já é perceptível  o distanciamento da aura escura e sombria do último trabalho do grupo, Shields (2012). Sem deixar a pegada emocional de lado, o disco é mais maduro e convida a um passeio por um caleidoscópio de emoções.










Queens Of The Stone Age - Villains

Como já dizia o ditado: "tudo o que Josh Homme toca é bom". Esse disco não deveria ser diferente. Villains  já caiu na boca do povo quando se descobriu que seria produzido por Mark Ronson, responsável por Uptown Funk, com Bruno Mars, Daffodils e Summer Breaking, com Kevin Parker, da australiana Tame Impala. Ou seja, as pessoas estavam é com muito medo de que o QOTSA perdesse aquela acidez tão característica. Felizmente, todos foram enganados e Villains com certeza é um dos grandes lançamentos de 2017. 







Daniel Caesar - Freudian


O R&B dá mais um passo ao topo com o mais novo Freudian, de Daniel Caesar. O álbum é o debute do cantor de 22 anos, que já fez parcerias com a cantora Kali Uchis e grupo de jazz experimental Badbadnotgood. As letras têm um quê gospel, mas que não caem no clichê, funcionam como um berço para as narrativas românticas abordadas por Caesar. 










BROCKHAMPTON - SATURATION II 

O segundo álbum do coletivo canta mais uma vez sobre homofobia, racismo e questões sociais que dialogam tanto com as realidades dos EUA quanto de outros países. O grupo é formado pelos rappers por Kevin Abstract, Romil Hemnani, Ameer Vann, Merlyn Wood, Dom McLennon,  Matt Champion, JOBA, bearface., Jabari Manwa, Kiko Merely, Henock "HK" Sileshi, Ashlan Grey, Robert Ontenient, Anish Ochani e Jon Nunes. Vale a pena ouvir o trampo dos caras. 








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